Links clicáveis no feed do Instagram: o que mudou, quem pode usar e como aproveitar para gerar leads e vendas

Trade Ads • 20 de fevereiro de 2026

O Instagram começou a liberar links clicáveis em posts do feed. Entenda como funciona, onde aparece, regras (Meta Verified), e como usar estrategicamente para aumentar conversões.

Durante anos, a maior “dor” do Instagram para negócios foi simples: o feed não convertia direto, porque o link ficava preso na bio (ou em Stories com limitações). Isso obrigava o usuário a dar vários passos: sair do post → ir no perfil → achar o link certo → clicar.

Agora, o Instagram está liberando uma atualização muito esperada: links clicáveis diretamente nos posts do feed. Essa mudança aproxima a plataforma de uma experiência mais integrada com navegação externa  e, para marketing de performance, isso é enorme.

A seguir, você vai entender o que mudou, quem pode usar, como configurar, onde o link aparece e as melhores práticas para transformar isso em tráfego qualificado, leads e vendas.


1. O que o Instagram liberou (e por que isso importa)


O Instagram começou a liberar a possibilidade de adicionar um link clicável no post do feed, permitindo que a audiência acesse site, produto, formulário, página de captura ou checkout com menos fricção.

Na prática: menos passos = menos desistência.
E menos desistência normalmente significa:
mais cliques, mais conversão e mais previsibilidade para campanhas e conteúdo orgânico.

Além disso, o movimento reforça uma tendência: o Instagram quer ser cada vez mais “completo” (conteúdo + ação + conversão) dentro do próprio ecossistema.


2. O que muda na prática (antes vs agora)


Antes:

  • Link na bio (e isso virava uma “dependência”)
  • Link nos Stories (com limitações)
  • Conteúdos que até engajavam… mas travavam na hora de converter

Agora:

  • O público pode clicar direto no seu post do feed para acessar o destino desejado
  • Você reduz o atrito da jornada
  • Fica mais fácil transformar conteúdo em tráfego e ação

Impacto direto: essa atualização tende a melhorar métricas como CTR, visitas em páginas e geração de leads, especialmente quando você combina com copy e direcionamento claros.


3. Como funciona essa novidade


A lógica é simples:

  1. Na hora de publicar o post, surge uma opção para adicionar link
  2. Você cola a URL → salva → publica
  3. O link aparece abaixo da legenda ou como ícone de link, dependendo do tamanho da descrição

Atenção importante: em perfis onde a função ainda não foi liberada, ela pode não aparecer por ser um rollout gradual.


4. Onde o link aparece no post?


  • Abaixo da legenda do post
  • Pode aparecer com um ícone de link
  • Se a legenda for longa, o usuário pode precisar tocar em “ver mais” para enxergar o link

Outro ponto relevante: por enquanto, a função tende a aparecer mais no celular. Em desktop, pode não estar disponível/visível do mesmo jeito.


5. Regras e limitações (Meta Verified e quantidade de links)


Pelos cards, a orientação mais importante é:

  • Para usar links em posts, você pode precisar ser assinante do Meta Verified
  • A quantidade de links que dá para inserir pode variar conforme o plano
  • O link não fica “gritando”: ele aparece discreto na descrição, então a chamada para ação precisa ser muito clara

Ou seja: não basta “jogar um link”. Você precisa construir o clique.


6. O que você ganha com link no feed (benefícios reais)


Com links no feed, você consegue:

Direcionar tráfego direto para produto, landing ou formulário
Reduzir a dependência da bio (e do “link na bio” em toda legenda)
Converter sem o usuário sair do feed (menos fricção)
Aumentar métricas de ação no conteúdo (cliques, leads, compras)

E aqui entra o ouro para performance: com o destino certo + oferta certa + copy certa, seu post deixa de ser “conteúdo” e vira ativo de conversão.


7. Como usar estrategicamente (sem matar a conversão)

Se tem uma regra que não muda, é essa: link sem direcionamento claro não converte. Então, antes de postar, valide:


1) Um objetivo por post

  • Lead? Venda? Inscrição? Agendamento?
    Um post = uma ação principal.


2) CTA explícito e curto
Evite CTA genérico (“clique aqui”). Prefira:

  • “Baixe o checklist”
  • “Ver preços e detalhes”
  • “Fazer diagnóstico”
  • “Entrar na lista”


3) Página de destino coerente com a promessa
Se o post promete X, a landing precisa entregar X em 3 segundos.


4) Use UTMs para rastrear
Mesmo no orgânico, marque os links para entender:

  • qual post gerou mais clique
  • qual CTA converte melhor
  • qual tema traz lead mais barato (quando virar anúncio)


5) Pense em sequência (conteúdo que leva ao clique)
Um formato que tende a performar bem:

  • Dor/insight → prova/benefício → passo simples → CTA


8. “Isso é só a ponta do iceberg”


O Instagram está ficando mais integrado com links e navegação externa  e isso deve evoluir. Inclusive, já começam a surgir sinais de links mais presentes em formatos como Reels (dependendo da conta e região).

Para marcas e criadores, isso significa uma oportunidade: transformar audiência em ativo, com menos barreiras para conversão.


Conclusão


O link clicável no feed muda o jogo porque transforma o post em ponte direta para ação. Para quem trabalha com marketing e vendas, a pergunta não é “se” deve usar é como usar do jeito certo.

Se você quer extrair resultado real dessa novidade, comece simples: escolha um destino (landing/produto), escreva uma CTA objetiva e acompanhe a performance. O feed pode finalmente deixar de ser só vitrine e virar canal de conversão.


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